Para equilibrar um assunto tão pesado, tô lançando esse segundo texto junto com o primeiro: Expectativas – Parte Ruim.
Por que criar expectativas pode ter um lado positivo? Continue Lendo “Expectativas – Parte Boa”
Para equilibrar um assunto tão pesado, tô lançando esse segundo texto junto com o primeiro: Expectativas – Parte Ruim.
Por que criar expectativas pode ter um lado positivo? Continue Lendo “Expectativas – Parte Boa”
Esse texto foi planejado no início de Outubro, mas, assim como diversas outras coisas na minha vida, deixei para a última hora.
Aviso que estou postando este texto junto com sua continuação: Expectativas – Parte Boa. Continue Lendo “Expectativas – Parte Ruim”
No CEFET, um amigo costumava dizer em diversas discussões: “Isso é uma questão de hermenêutica” e eu achava aquilo engraçado demais. Anos depois conheci a frase do Sakamoto, ou a ele atribuo: “Falta amor no mundo, mas também falta interpretação de texto”. Continue Lendo “Fazendo perguntas”
Comecei recentemente uma série nova na Netflix, The Good Place. Continue Lendo “Dilema Moral”
Existem diversas coisas sobre as quais não exercemos nenhum controle. Os sinais, marcas ou formas dos nossos corpos são, em regra, um bom exemplo.
Engraçado como eventualmente acabamos por reconhecer os indivíduos justamente por essas características. Por exemplo, uma marca que tenho sobre o lábio; ou os olhos verdes de uma pessoa, ou alguma bolinha perto da orelha direita de outra. Continue Lendo “Sinais”
Há algum tempo escrevi sobre deixar o ambiente de trabalho confortável para produzir. Acho que agora cabe ampliar um pouco esse pensamento.
Quero falar um pouco sobre uma casa confortável.
Ou pelo menos em como me sinto atualmente. Continue Lendo “Um pouco sobre conforto”
Euforia é uma parada muito boa. Em regra.
Mas ela também é a medida do quão ruim as coisas podem se tornar. No mínimo. Continue Lendo “Picos e vales”
Ontem recebi uma notícia muito boa e que vai fazer com que supere mais alguns gatilhos dessa fase tão diferente pra mim, a maturidade. Bom, vendi meu carro.
Ou venderam, porque foi um amigo da família que me fez esse favor…
Acredito que boa parte das pessoas que me conhecem atualmente lembram da época, ou conhecem por fotos e relatos, que eu pintei meu cabelo de azul (dentre outras cores, mas essa foi a primeira).
Aquilo foi uma forma de tentar dispor da minha identidade da maneira que mais me agradava, mais se aproximava de controlar quem eu era/sou. Continue Lendo “Sobre o cabelo azul”
Vamos falar sobre olfato.
Tenho uma mania meio estranha, em determinadas situações, prendo a respiração de forma automática e quando percebo já tô com uma leve falta de ar… Um exemplo óbvio são as cenas em que algum personagem precisa ficar debaixo d’água. E não é só assistindo, ler O Cálice de Fogo foi particularmente desagradável no teste do lago. Continue Lendo “Sobre Respiração 2”