Quadragésimo sexto dia – Nunca caminhei sobre brasas

Já vi vídeos analisando as técnicas para se caminhar sobre brasas. Sobre manter um passo constante e não correr, sobre como seguir a técnica anterior faz com que não dê tempo da sua pele se queimar, porque a camada superior de cinzas protege e isola, etc.

Mas eu nunca caminhei sobre brasas. Continue Lendo “Quadragésimo sexto dia – Nunca caminhei sobre brasas”

Quadragésimo quinto dia – Sobre respiração

Na terapia e na yoga, por alguma razão que desconheço, fui ensinado a “respirar direito”. Bom, no primeiro caso, a respiração adequada me ajudava a conter a minha ansiedade, na época as coisas eram mais simples. No segundo, a respiração faz parte do exercício e ajuda a corrigir a postura e seus movimentos. Continue Lendo “Quadragésimo quinto dia – Sobre respiração”

Quadragésimo terceiro dia – Pequenos esquecimentos

Hoje comprei um pudim. Calma, acho que faltou contexto.

Bom, é bem comum em repartições públicas o comércio informal. Existem algumas proibições aqui ou ali, mas, em regra, circulam catálogos de cosméticos, pessoas andando com caixas ou bolsas recheadas com bolos, balas, doces em geral, refeições, gente vendendo roupa, perfume, enfim, quase tudo é possível ser encontrado. Continue Lendo “Quadragésimo terceiro dia – Pequenos esquecimentos”

Quadragésimo segundo dia – O problema é o impacto com o chão

Eu tenho acrofobia (medo de alturas/lugares altos). Não é exatamente desagradável, desde que nenhum amigo te diga pra chegar numa varanda de prédio e olhar para cima (NÃO FAÇA ISSO!).

No máximo uma ou duas vezes estive em alguma situação sem proteção, ou que produzisse incômodo, apesar de existirem fotos e filmagens meio tensas minhas num passeio de teleférico… Continue Lendo “Quadragésimo segundo dia – O problema é o impacto com o chão”

Quadragésimo primeiro dia – Quase lá. Ou não.

Cês já tiveram aquela sensação de que estão quase lá em alguma coisa na vida? Quase lá no fim do ensino médio; quase lá no fim da faculdade; quase lá pra conseguir um emprego; quase lá para passar num concurso; quase lá…

Há algumas semanas escrevi sobre a minha impressão de que nunca realmente estamos prontos. Sobre como a vida é sempre sobre aprender ou fazer mais. Continue Lendo “Quadragésimo primeiro dia – Quase lá. Ou não.”

Quadragésimo dia – Usando o anonimato

Essa semana, recebi alguns comentários anônimos no blog. Vcs não imaginam o quão animado fiquei. Sério. ❤

Esse espaço existe como terapia, por mais que ele tenha crescido um pouco além da proposta original. Os comentários me fazem acreditar que é possível ajudar os outros ao se ajudar (quase uma Mão Invisível de Smith).

Continuando, uma empresa lançou um serviço de mensagens anônimas (Sarahah.com). Não é exatamente uma novidade. O ask.fm já faz isso. Com a diferença que, no novato, não é possível responder… mas vc pode exportar o que é recebido para outros apps, inclusive redes sociais.

Não acredito que vá durar muito. Mas, por enquanto, está sendo relativamente divertido.

Lembro daquela música “O que você faz quando ninguém te vê fazendo? Ou o que você queria fazer se ninguém pudesse te ver?”.

Esse serviço nos deu novamente um certo anonimato, com a vantagem de que muita gente está aderindo. E o que vamos fazer com isso?

Obrigado a todos que já manifestaram carinho por mim, pelo blog, pelo meu relacionamento, etc. Agradeço também aos que fizeram críticas construtivas sobre minhas atitudes negativas ou depressivas.

Aproveito ainda para pedir perdão pelos vacilos.

Enfim, gostaria de sugerir uma reflexão: o que escreveriam para você, ou escreveram, foi algo positivo ou útil? Aquilo que vc escreveria, ou escreveu, foi algo positivo ou útil?

E, mesmo que tenha sido algo negativo ou inútil, faria ou fez alguma diferença?

Bom, a área de comentários está aberta, assim como meus outros contatos.

Caso alguém prefira escrever algo só pra mim, segue:

https://elisnei.sarahah.com

PS: Hoje estou testando publicar pelo celular celular. Formatar e revisar o texto foi um pouco mais complicado.