Quadragésimo primeiro dia – Quase lá. Ou não.

Cês já tiveram aquela sensação de que estão quase lá em alguma coisa na vida? Quase lá no fim do ensino médio; quase lá no fim da faculdade; quase lá pra conseguir um emprego; quase lá para passar num concurso; quase lá…

Há algumas semanas escrevi sobre a minha impressão de que nunca realmente estamos prontos. Sobre como a vida é sempre sobre aprender ou fazer mais. Continue Lendo “Quadragésimo primeiro dia – Quase lá. Ou não.”

Quadragésimo dia – Usando o anonimato

Essa semana, recebi alguns comentários anônimos no blog. Vcs não imaginam o quão animado fiquei. Sério. ❤

Esse espaço existe como terapia, por mais que ele tenha crescido um pouco além da proposta original. Os comentários me fazem acreditar que é possível ajudar os outros ao se ajudar (quase uma Mão Invisível de Smith).

Continuando, uma empresa lançou um serviço de mensagens anônimas (Sarahah.com). Não é exatamente uma novidade. O ask.fm já faz isso. Com a diferença que, no novato, não é possível responder… mas vc pode exportar o que é recebido para outros apps, inclusive redes sociais.

Não acredito que vá durar muito. Mas, por enquanto, está sendo relativamente divertido.

Lembro daquela música “O que você faz quando ninguém te vê fazendo? Ou o que você queria fazer se ninguém pudesse te ver?”.

Esse serviço nos deu novamente um certo anonimato, com a vantagem de que muita gente está aderindo. E o que vamos fazer com isso?

Obrigado a todos que já manifestaram carinho por mim, pelo blog, pelo meu relacionamento, etc. Agradeço também aos que fizeram críticas construtivas sobre minhas atitudes negativas ou depressivas.

Aproveito ainda para pedir perdão pelos vacilos.

Enfim, gostaria de sugerir uma reflexão: o que escreveriam para você, ou escreveram, foi algo positivo ou útil? Aquilo que vc escreveria, ou escreveu, foi algo positivo ou útil?

E, mesmo que tenha sido algo negativo ou inútil, faria ou fez alguma diferença?

Bom, a área de comentários está aberta, assim como meus outros contatos.

Caso alguém prefira escrever algo só pra mim, segue:

https://elisnei.sarahah.com

PS: Hoje estou testando publicar pelo celular celular. Formatar e revisar o texto foi um pouco mais complicado.

Trigésimo nono dia – Sobre tentar ser gentil

Ontem li uma notícia sobre um grupo de whatsapp da juventude conservadora na UEA de Saúde. Na notícia, alguém aparentemente achou engraçado dizer que o grupo deveria marcar um dia para sair batendo em LGBTQ e comunistas.

Os prints vazaram como o nome de alguns integrantes. A UEA já emitiu nota sobre o fato e que vai apurar a situação.

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Trigésimo sétimo dia – Quem pode definir o que realmente importa pra você?

Queria falar sobre interpretação. Ou contar uma história.

Por motivos que não cabem aqui, já fui ouvinte no curso de Ciências Contábeis da UFAM. Certa vez, uma professora chegou para a turma, ao término da aula, e disse que deixaria uma apostila na Reprografia e que seria interessante para os alunos o material. O que foi que boa parte do pessoal fez? Ignorou. Continue Lendo “Trigésimo sétimo dia – Quem pode definir o que realmente importa pra você?”

Trigésimo sexto dia – Conforto no trabalho

Ontem estava conversando com uma colega sobre a quantidade de horas que as pessoas passam, ao longa da semana, no ambiente laboral. Somando isso ao tempo gasto com deslocamento, provavelmente é o local onde você gasta/passa uma grande e significativa parcela da sua vida, tomadas as devidas proporções. Acho que não cabe tanto a comparação com escola e faculdade, mas serve caso seja sua única referência.

Mas o que me motivou mesmo a escrever este texto foi outra conversa, agora pela parte da manhã. Continue Lendo “Trigésimo sexto dia – Conforto no trabalho”

Trigésimo quinto dia – Sobre medo de lesões

Eu já pratiquei alguns esportes na vida, mas ao longo dos anos acabei ficando meio preguiçoso e descuidado.

As últimas atividades físicas que realmente me comprometi foram Yoga e Kenjutsu. Antes desses dois, fazia exercícios em casa, tem um canal do YouTube, algo como Geek Your Workout, recomendo. E ainda recordo de fazer caminhadas regulares e até tentava algumas corridas curtas. Continue Lendo “Trigésimo quinto dia – Sobre medo de lesões”

Trigésimo quarto dia – Sobre doenças mentais nos filmes da Marvel

Eventualmente acabo entrando em debates sobre como a Marvel/Disney consegue captar detalhes, muitas vezes incômodos, em suas adaptações de quadrinhos para o cinema, de transtornos psicológicos.

Vou citar algumas coisas que me aparecem na cabeça agora: Continue Lendo “Trigésimo quarto dia – Sobre doenças mentais nos filmes da Marvel”

Trigésimo terceiro dia – Sobre arte e sentimentos

A minha terapeuta (beijo, Paula) costumava dizer que eu deveria escrever todos os dias. Que esse hábito eventualmente me faria terminar a monografia. No final das contas, foram diversos fatores, cobertos pelo medo de ser jubilado, que me levaram ao fim da faculdade.

Mas eu tentei dar ouvidos ao insistente conselho, por isso criei o Dez Minutos Por Dia. Acabou virando uma baita terapia e tem me ajudado a colocar algumas coisas pra fora. Continue Lendo “Trigésimo terceiro dia – Sobre arte e sentimentos”

Trigésimo segundo dia – Queria ser cientista da Nasa

Acho que boa parte das pessoas, quando criança ou adolescente, acabam ouvindo a seguinte pergunta: o que você quer ser quando crescer?

Tirando o absurdo que é questionar alguém que não faz ideia do que sejam impostos, salário, custo de vida, sobre aquilo que ela quer fazer para o resto da sua existência, essa pergunta é bem comum.

Pois bem, eu queria ser Cientista da Nasa. Eu não fazia a menor ideia do que isso realmente significava em sua profundidade. Sobre precisar entender de física, matemática, química, biologia, etc, tudo para ter uma profissão que parecia ser legal…

Sou Técnico em Instalações Elétricas industriais. Sério. Cheguei a cursar uns 3 períodos de Engenharia na Universidade do Estado do Amazonas.

Atualmente sou Bacharel em Direito e Servidor Público. O detalhe é que eu fiz o concurso em 2005 e fui chamado em meados de 2007, alguns meses antes mesmo de começar a faculdade de Direito.

Sou do interior do Amazonas, uma cidade chamada Manacapuru. E eu queria ser Cientista da Nasa. Ou Médico. Sim, já prestei vestibular para Medicina.

Ah, queria ter como segunda graduação Ciência Contábeis/Contabilidade. Ou psicologia. Mas já pensei em Filosofia também.

Ok, já joguei um monte de informações e tá na hora de explicar alguma coisa.

Boa parte dos seus planos, torço para que não seja a maior parte, não vão dar certo. Ou vão acontecer de forma que não era esperada. Ou vão resultar em coisas completamente diferentes.

Eu passei em Engenharia ao mesmo tempo que havia uma chance de virar Sargento da Aeronáutica (longa história). Mas acabei optando pelo Curso Superior e 2006, época aproximada quando isso aí em cima aconteceu, foi o pior ano da minha vida. Pra compensar, em 2007 eu entrei em Direito, passei/fui chamado num concurso, comprei um carro e cometi um dos maiores erros da minha vida.

As coisas na vida vão acontecendo e não há nada que você realmente possa fazer além de: 1. Fazer planos; 2. Seguir em frente.

Mesmo que seus planos não se realizem, eles costumam ser um combustível para novas ideias e para te manter em movimento.

Não ficar parado é sempre/normalmente uma boa escolha. Claro que existem várias formas de não ficar parado. Como escrever textos diários sobre a vida, no lugar de apenas deixar os pensamentos conflitantes dentro de você…

Então, encerrando por hoje, ficam os questionamentos: o que você queria ser? O que você se tornou? E, se você pudesse mudar algo, o que seria?