Décimo terceiro dia – Descobertas

Ontem assisti Mulher Maravilha.

Foi muito bom.

Em particular, gostaria de ressaltar um aspecto interessante da narrativa, como filme de origem de super herói, achei ótima a forma como elementos presentes em outras histórias são bem explorados. Falo da experiência de auto descoberta da personagem.

O contexto fantástico está presente na vida da Diana desde sempre e, mesmo assim, ela é inocente de uma forma poética, não de forma ingênua. Ela é bem instruída e inteligente. Mas quase “cega” para certos fatos.

Nesse mundo incrível onde ela habita e treina, não há sinal, além de histórias, sobre o quão ruins conseguem ser as pessoas.

E sair dessa redoma protetora serve para ajudá-la a se descobrir e se entender, no processo para ajudar os necessitados. Elementos clássicos da Jornada do Herói bem organizados.

Era isso que gostaria de tratar…

Na verdade eu escrevi isso tudo pra dizer que estou me sentindo bem decepcionado comigo. Porque aparentemente me descobri machista e falso moralista… ou pelo menos é o que pareço ser.

Autor: Elisnei

Servidor Público. Escritor amador. Curioso e fã de tecnologia.

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