Nono dia – O terceiro texto

Por alguma razão inexplicável, desde a criação desse espaço, em 2014, sempre escrevo trêstextos e depois paro. Por coincidência, sempre por volta do dia vinte de algum mês.

Foi assim no ano da criação e no seguinte, 2015. De forma inexplicável, em 2016 não houve publicações.

Mas o que importa é 2017.

E esse é o terceiro texto.

Enquanto escrevo, algumas milhares de pessoas em Brasília sentem as consequências de um protesto contra as reformas no congresso. Outras milhões acompanham por onde podem.

Facebook, twitter, whatsapp, telegram, etc.

A nossa capacidade de enviar boas vibrações ou comemorar os danos causados a um jovem por um artefato explosivo são incríveis.

Foi bem difícil parar para escrever, mas nesse momento o tempo flutua e minha mente dança.

Isso me lembra (in)felizmente das muitas canções sobre revolução do musical Os Miseráveis (desculpa, nunca li ou assisti a peça teatral).

Nosso povo está cansado. E por mais que você possa identificar quem patrocina esse tipo de evento, quem aluga ônibus, fornece bandeiras, etc. Não tira a razão daqueles que vão muito provavelmente morrer trabalhando, com salários de miséria e condições desumanas, se boa parte desses textos legislativos propostos forem aprovados.

Não há um debate amplo com a sociedade e nem é do interesse do governo que isso ocorra, visto que até as Forças Armadas foram convocadas para Garantir a Lei e a Ordem, o que quer que isso seja na cabeça de quem tá comandando esse país.

Acho que amanhã estarei de volta, mas, caso isso não aconteça, fica aqui o meu abraço e, não menos importante, #ForaTemer.

Oitavo dia – Tem uma pessoa do outro lado

Ontem foi um dia meio tenso para o mundo, não que os demais não sejam, mas as notícias de um atentado suicida na saida de um show e a revelação do afastamento de um diretor, em decorrência do suicídio da sua filha, deram uma rasteira no mundo…

Meus pensamentos oscilam entre a dúvida de como lidar com essas notícias sobre atentados e sobre o desgosto de ler pessoas comemorando de alguma forma o luto alheio.

Quando eu era criança, adorava acertar os exercícios de matemática. Aquela pequena recompensa de ter aprendido algo acabou por inflar meu ego e teve consequências ruins que vou deixar para tratar outro dia. Quero aqui ressaltar como era chato errar uma questão ou não entender um conceito e acabar por errar várias.

Essa sensação agradável ou triste é facilmente emulável. Fácil de implantar no ser humano que tá lendo que tô escrevendo. Posso usar o poder das palavras para inserir imagens direto na mente das pessoas e é necessário usar isso com sabedoria.

É como eu pedir pra você imaginar um elefante amarelo tocano saxofone.

Tudo que é lido vai causar reações. E é nossa responsabilidade como emissores cuidar para que a pessoa do outro lado da tela tenha a melhor experiência possível.

Não é para provar de alguma forma que estamos certos, é pelas sensações que provocamos no outro.

Sexto dia – Sobre um show foda

Cara, não tenho muito para comparar a emoção que tava sentindo na frente daquele palco.

Não sentia tanta adrenalina desde que vi Nightwish, sendo que foi uma empolgação bem distinta.

Foi uma noite bem inesperada. Beirou dar merda muito cedo, mas acabou indo para um caminho interessante. Continue Lendo “Sexto dia – Sobre um show foda”

Quinto dia – Tecnologia deve facilitar a sua vida

Hoje o e-mail do meu trabalho parou de funcionar. Bom, para ser honesto, hoje o e-mail do meu trabalho apresentou mais um problema. Desde a semana passada ele já não estava enviando mensagens para terceiros.

O motivo é simples, e vergonhoso de se admitir, o e-mail do TJAM está figurando como spammer por aí. Sim, nós somos responsáveis por inúmeros spams enviados diariamente.

Mas isso não é novo. Já tem algum tempo que até minha conta foi invadida. Agora estamos simplesmente num buraco profundo de problemas que não foram resolvidos com o tempo. Continue Lendo “Quinto dia – Tecnologia deve facilitar a sua vida”

Quarto dia – Hiato e retorno

Olá.

Voltando aos meus dez minutos diários de insanidades e desabafos.

Começando cedo, na teoria. Pelo menos enquanto escrevo é cedo (8h30), mas não sei a hora que isso será publicado. Explico. Hoje o meu trabalho está ~sem sistema~.

Não tem internet, ponto eletrônico, etc. Só a rede interna tá funcionando, mas não dá pra produzir nada com isso. Pelo menos nada para o trabalho. Continue Lendo “Quarto dia – Hiato e retorno”

Terceiro dia – Trabalhando sob pressão

Particularmente não gosto de produzir nada de forma desesperada, mas tenho que admitir que nesse momento é necessário. Recebi um email ontem alertando sobre a necessidade de entregar a monografia anda esse semestre.

Não é uma obrigação exatamente… é só o meu futuro acadêmico e profissional que está em jogo. Nada tão importante.

Bom, os planos para produzir existem, o prazo existe, a motivação existe, mas a produção é uma falha. Infelizmente. Continue Lendo “Terceiro dia – Trabalhando sob pressão”

Segundo dia – Sobre argumentos

Há algum tempo, sentia praticamente prazer ao discutir com as pessoas. Não era uma questão de apresentar meu ponto de vista, era mais sobre convencer o outro. Isso era feio. Mas não dá pra voltar e apagar isso. Infelizmente.

Hoje me vi no meio de uma argumentação sobre corrupção.

Algo sobre corrupção, pena de morte, estupro e homicídio. Engraçado isso. Por que mesmo eu me preocupo? Continue Lendo “Segundo dia – Sobre argumentos”