Amarrando textos

Bom, como ontem falei sobre identificar pontos fracos, passando de leve sobre exercícios que faço para melhorá-los, acho válido contextualizar melhor esse lance de se fortificar contra gatilhos.

É válido começar dizendo que não sou exatamente a pessoa mais aberta do mundo sobre certos sentimentos ou sensações. Daí é complicado admitir, até mesmo pra mim, quando alguma coisa me afeta. Tenho trabalhado nisso, mas, ainda assim, não é sempre que vou direto onde incomoda.

Posso dizer que o mais comum é ser afetado por acontecimentos em áreas pouco exploradas, como anda acontecendo com esse começo de vida adulta… aos 30 anos… que droga pensar assim, né? Mas segue o baile…

Algumas pessoas, na verdade é uma porrada de gente, têm me ajudado bastante. Caronas (ainda estou sem carro, mas o Uber salva), álcool, conselhos (tantas pessoas mais sábias e mais controladas), álcool, horas de conversas (pessoalmente ou por mensagem), álcool, etc. Admito que em alguns momentos quase me sinto um alcoólatra… ou dependente de pessoas… Mas daí abro uma heineken e deixo esses pensamentos de lado. É BRINCADEIRA, VIU?

Enfim, aquele exercício para respiração é muito útil em certos momentos de leve ansiedade. Como quando você percebe que algo ruim está acontecendo, tipo pensar naquela prova, ou naquele prazo. O foco aqui é se acalmar. Não há nada que possa ser feito além de resolver. Se preocupar ou sofrer não ajuda. Vai por mim. Vou deixar aqui o link para quem ainda não leu: Quadragésimo quinto dia – Sobre respiração

Outro ponto importante são as regras, tentar ordenar a minha vida em etapas controladas. Lógico que muita coisa tá BEM complicada de controlar. Mas estou tentando ao máximo não desanimar. Principalmente em certos momentos mais chatos. Outro texto recomendado: Sobre a gênese do ordenamento social

As regras não precisam ser aleatórias ou surgir do nada, cê pode estabelecer procedimentos automáticos. Vou dar um exemplo rápido, caso você seja aquele tipo de pessoa que não gosta da segunda, ou do domingo, tente encaixar algo muito bom nesses dias. Exercícios, passeios, aquele jogo incrível, uma boa leitura, algo leve e que vai te deixar de bom humor. O ideal é identificar o que te faz pensar negativamente nesses dias e depois tratar disso, mas vou deixar essa parte para a sua terapia profissional… Leitura complementar: Sobre pequenas rotinas

Ah, essa parte também é importante. Terapia. Escrever é muito bom. Tem me ajudado, como já disse diversas vezes. Mas existem pessoas que dedicam a vida para tentar nos ajudar. Profissionalmente. E, mais do que alguns textos rápidos, é para essas pessoas que devemos nos voltar quando precisamos de uma voz sábia e coerente.

Agora é tentar exercitar. Fique bem.

Autor: Elisnei

Servidor Público. Escritor amador. Curioso e fã de tecnologia.

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