Por que fumamos?

Esse ainda é um texto sobre saúde, mas, como os demais, serve ao Novembro Azul e a qualquer outro momento de bom senso.

Bom, essa semana assisti novamente “Obrigado por fumar”. Dentre tiradas cômicas e cínicas de um lobista da indústria do tabaco, você se pega numa espiral de flexibilidade moral onde uma das muitas frases marcantes sobre a venda de cigarro é:

“[Cigarros] são legais, baratos e viciantes. O trabalho está quase terminado.”

E é verdade, desde criança, sempre achei cigarros como um bônus na imagem das pessoas. Mas isso não perdurou, uma vez que meu avô paterno faleceu de câncer na garganta, muito provavelmente por sempre ter fumado muito. Mas isso deu uma distanciada somente em algum interesse futuro. Antes desse fato, tentei fumar 1 vez, ainda criança, e não deu certo… ou deu, porque engasgar com fumaça foi uma experiência terrível… mas evitou o vício.

Sim, convivo com muita gente que fuma bastante. O que teoricamente continua fazendo mal pra minha saúde. Mas a presença destas costuma compensar.

Bom, esse mês é para gerar atenção para essas doenças, bem como meus textos nas quartas têm tentado dar aquele olhar breve sobre tais assuntos. Espero que tenha sido uma experiência minimamente agradável refletir sobre o prazer que é deliberadamente ingerir doses diárias de veneno.

Um veneno legal, barato e viciante.

Autor: Elisnei

Servidor Público. Escritor amador. Curioso e fã de tecnologia.

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