Coisas para se ter em mente

Essa semana gostei bastante de conversar sobre diversos temas que eventualmente vão aparecer por aqui (sim, pode ser que você já tenha sido, ou vá ser, citado).

Em particular, tem uma frase, me dita ontem, que ainda não consegui digerir completamente. Na verdade, as palavras ecoam constantemente na minha mente. Como um lembrete. Quase o som estalado de um tapa reverberando em cada osso…

“Algumas pessoas são apenas coadjuvantes nas suas próprias histórias.”

A conversa era sobre o que é normal ou comum. Sobre esses padrões de casar, ter filhos, ter um emprego comum, etc.

Isso particularmente me incomodou porque hoje queria escrever sobre duas ideias/pensamentos/questionamentos (podem ter nomes diferentes para quem lê) que me ocorrem quase que o tempo todo: Quem sou eu? O que eu quero?

Não tem nada de errado em seguir padrões, inclusive, devo acrescentar, as rotinas, que já mencionei mais de uma vez, são padrões. Não tem nada de errado na cerveja com os amigos, no café com colegas de escola/faculdade/trabalho, etc. E não tem nada de errado em querer isso também. Não estou criticando.

Para quem já assistiu Friends, sabe o pessoal que fica no Central Perk? Figurantes que raramente interagem ou fazem algum sentido? Você lembra do Gunther?

Ok, são níveis diferentes, coadjuvantes ainda realizam ações, enquanto os figurantes só fazem volume.

Mesmo assim, quem define o que é comandar uma história e o que é apenas ajudar nas histórias alheias?

Particularmente me ocorreu que posso estar sendo um auxiliar para diversas pessoas. Não apenas para quem lê meus pensamento aqui, mas tantas outras. E isso não é necessariamente ruim.

Quem sou eu? Protagonista, coadjuvante ou figurante? Talvez seja todos os três. Um pouco de cada vez.

O que eu quero? Nesse momento, Estabilidade Emocional. Ou qualquer coisa que me proporcione um pouco de paz.

E você?

Autor: Elisnei

Servidor Público. Escritor amador. Curioso e fã de tecnologia.

2 comentários em “Coisas para se ter em mente”

  1. O ator principal é aquele que os olhos do diretor e da plateia buscam constantemente, mas isto não impede que o coadjuvante se destaque ao ponto de se sobrepor e inverter o foco.
    Pode ser tbm q o interesse da plateia já esteja no coadjuvante, pense na mãe que assiste um filho árvore na peça da escola.
    Ou talvez não seja nada disso…

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