A falta de prática de escrever o que penso tem me afetado. Mas a culpa é toda minha por ter deixado este espaço vazio por tanto tempo.
Não faltou vontade, não faltou tempo, não faltaram planos. Faltou ação.
Estudando para concurso você sempre se depara com uma frase meio óbvia, mas bem interessante, “o estudo é até passar e não somente para passar”. O problema é sempre como começar. O que me lembra também outro ditado comum de quem pratica exercícios com frequência, “ir para academia é uma questão de hábito e não de vontade”. Ou até mesmo aquela máxima de planejamento, “o papel aceita tudo”.
Enfim, o que não faltam são jargões para resumir que transformar pensamentos em ações é doloroso. E mesmo quando você “opta” por não fazer algo, ainda pode surgir a dúvida de como poderia ter sido se…
E aí você esbarra na ansiedade daquilo que pode dar errado e/ou na angústia por tudo que não deu certo.
Inclusive isso me lembra de duas músicas que vou me dar ao luxo de citar sem a devida tradução:
O tempo voou. Dez minutos não são mais o suficiente.
